Doidivanas no céu,
as andorinhas
seguem o vento,
sem metas, sem destino,
sem lógica, sem rimas,
no êxtase, apenas,
dos múltiplos desenhos
que traçam no ar,
sem qualquer geometria,
só a absurda poesia
do saber voar.
* Por Alberto Lisboa Cohen
Poemas no Ônibus 2011
Em final de setembro um dia cinza, frio e luminoso a caminho do Movimento.
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