terça-feira, 25 de setembro de 2012

Para Manu



Andorinhas 


Doidivanas no céu,
as andorinhas
seguem o vento,
sem metas, sem destino,
sem lógica, sem rimas,
no êxtase, apenas,
dos múltiplos desenhos
que traçam no ar,
sem qualquer geometria,
só a absurda poesia
do saber voar.

* Por Alberto Lisboa Cohen
Poemas no Ônibus 2011


Em final de setembro um dia cinza, frio e luminoso a caminho do Movimento.


Nenhum comentário:

Postar um comentário